Translate

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

CIÊNCIA - ASTROFÍSICA - ÓPTICA - Metamateriais Produzem Hologramas e partem para mudar a Óptica.


Metamateriais produzem hologramas e partem para mudar a Óptica.

Redação do Site Inovação Tecnológica - 19/03/2012

Embora funciona como uma lente, controlando a direção dos raios de luz que o atravessam, o metamaterial holográfico não se parece em nada com uma lente convencional.

Meta-holograma

Menos de uma semana depois do anúncio de que os metamateriais podem ser usados para criar ferramentas opticamente ativas, manipulando a luz de uma forma inédita, esses materiais sintéticos voltam às manchetes com outra inovação de peso.

Cientistas conseguiram pela primeira vez criar hologramas usando os metamateriais.

Stéphane Larouche e seus colegas da Universidade Duke, nos Estados Unidos, criaram hologramas similares aos usados em cartões de crédito e selos de identificação de produtos, funcionais no comprimento de onda infravermelho.

Embora o protótipo tenha sido construído para um comprimento de onda específico, os pesquisadores afirmam que os princípios usados para projetar e construir o metamaterial gerador de hologramas poderão ser usados para controlar a luz em praticamente todas as frequências.

Manipulando a luz à vontade

O feito mostra o ritmo de desenvolvimento atingido por um campo de pesquisas cujos primeiros resultados práticos têm pouco mais de 10 anos - os chamados materiais canhotos, ou materiais com índice negativo de refração, só foram previstos pela teoria em 1968.

Enquanto a óptica passou séculos limitada a lentes e espelhos que pouco mais conseguiam do que fazer a luz fazer curvas de 90 graus, agora é possível dizer que os cientistas estão muito próximos de serem capazes de literalmente manipular a luz à vontade.

Enquanto os materiais encontrados na natureza são "bem comportados" no que se refere à sua forma de interagir com a luz, os metamateriais - estruturas sintéticas, projetadas e construídas pelo homem, usando vários elementos - fazem verdadeiras estripulias com a luz.

Sua aplicação mais conhecida é nos chamados mantos da invisibilidade.

Holograma com metamateriais

O metamaterial holográfico, embora funciona como uma lente, controlando a direção dos raios de luz que o atravessam, não se parece em nada com uma lente convencional.

Enquanto as lentes são feitas de materiais transparentes, como vidro ou plástico, e altamente polidos, o mecanismo artificial de manipulação da luz mais se parece com uma persiana miniaturizada.

Ele é feito com pequenas tiras de silício, sobre as quais são estampadas figuras geométricas feitas de metal, formando uma estrutura periódica.

Como essas figuras metálicas podem ser dispostas em qualquer formato, dependendo das propriedades ópticas desejadas, a capacidade de manipulação da luz do novo metamaterial praticamente não tem limites.
"Além dos hologramas, a técnica que desenvolvemos pode ser estendida facilmente para uma enorme variedade de dispositivos ópticos," resume Larouche. "Nós acreditamos que praticamente qualquer dispositivo óptico possa se tornar mais eficiente usando esta nova abordagem."

Corpo Energético.

O Astrofísico brasileiro o criador da teoria do Fóton  Jurandyr Ferrari, complementado a teoria do fotoelétrico de Einstein hoje usado nos controles remotos e usados nas bombas V2 dos nazistas na segunda guerra mundial, e com os avanços da nova tecnologia em misseis teleguiados. Ele analisando fotos do corpo energético chegou a conclusão que de fato seria possível chegar onde chegamos, e manipular a Luz.

Enquanto as lentes são feitas de materiais transparentes, como vidro ou plástico, e altamente polidos, o mecanismo artificial de manipulação da luz mais se parece com uma persiana miniaturizada.

O mesmo que são produzidos para formar o corpo energético, pois o mesmo são sinais de ida e volta no cérebro, e a pessoa projeta esse corpo fora da matéria visível.

Embora seja uma imagem virtual que são registradas com luz infravermelho em câmeras digitais e processadas em computadores, a imagem apresenta “N” vezes pontos de luz, que vai do magenta claro até o mais escuro ou quase negro.

"O negro nas imagens são pontos apagados no corpo energético, mas ainda estão ali."

Na realidade diz ele é um holograma. Chapa fotográfica onde se registram as figuras de interferência resultantes da superposição das ondas de um feixe de radiação coerente com as ondas que foram refletidas por um objeto, e que se obtém mediante os raios de um laser.

Na verdade o que vemos e que fica ligado ao corpo perispiritual mais conhecido como fio de prata é uma luz laser mais perfeita e essa luz pisca 246 vezes por minuto varrendo o que ele chama de gravidade em laços ou Loop no campo criado pelo nosso cérebro que pode se expandir.

Até onde não sabemos, mas, sabemos que esse corpo pode ir onde quiser desde que tenha um lugar por onde passar, pois o mesmo afirma ele é elástico. E agora podemos fazer o mesmo artificialmente com objetos manipulando as partícula de fóton.


Stephane Larouche   - Comentários de Jurandir Ferrari

CIÊNCIA - ASTROFÍSICA - Luz faz Matéria Atravessar Paredes Tecnológica

Luz faz Matéria Atravessar Paredes Tecnológica

10/04/2012   Ciência Hoje

Os cientistas acoplaram luz com matéria, criando uma quase-partícula híbrida, com características de ambas.

 Tunelamento quântico.


Cientistas da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, usaram luz para empurrar elétrons através de uma barreira impenetrável pelos padrões da física clássica.

Embora o chamado tunelamento quântico esteja estritamente associado com a natureza de onda das partículas subatômicas, esta é a primeira vez que o fenômeno foi induzido e controlado por luz.
Partículas normalmente não conseguem atravessar paredes. Contudo, se elas forem pequenas o suficiente, passam a assumir uma dupla personalidade, sendo partícula e onda.

E, assumindo-se como ondas, a mecânica quântica dá-lhes a permissão para que elas atravessem barreiras de outra forma intransponíveis: é o chamado tunelamento quântico.
Partículas de matéria com luz

Enquanto, na física clássica, ao se deparar com uma barreira, uma partícula é sempre refletida, na mecânica quântica a função de onda dessa partícula/onda não assume um valor zero instantaneamente, o que significa que ela pode atravessar a barreira, dependendo de sua energia e da espessura da barreira.

J. Ferrari, astrofísico brasileiro, afirma que com seus estudos sobre o nosso eu energético, ou seja o corpo perispiritual ou alma, pode fazer a mesma coisa desde que que tenha uma evolução psíquica muito elevada, e controlar sua luz -partícula- Mas é muito raro - diz ele - Seus estudos sobre a luz vai alem das colocações de Einstein e muitos físicos que entraram nesse campo de observações e pesquisas, afirmando que os estudos da Mecânica Quântica, deveria ter mais profundidade e controlar esse processo com luz é outra história, mas uma história que pode ter no final os chamados condensados - o equivalente de supercondutores e superfluidos, também capazes de viajar sem qualquer perda ou "atrito", mas em materiais semicondutores. 

Isso porquê afirma ele existe em todas as partículas, incluindo o fóton -Luz- uma gravidade quântica, que se expande e com isso o corpo perispiritual, pode se transportar para outros lugares. Principalmente, durante o Sono. Diz ele.

Peter Cristofolini e seus colegas conseguiram o feito juntando matéria com luz - elétrons com fótons - para criar uma espécie de nova partícula, que eles batizaram de dipolaritons.

"Os filhos desse casamento da matéria com a luz são realmente novas partículas indivisíveis, feitas tanto de luz quanto de matéria, que desaparecem através de paredes de semicondutores à vontade," explica o pesquisador.

Ou seja, tornado um só, o par fóton-elétron pode ser controlado como um feixe de luz, mas movimentando matéria através de matéria.

Como, pelo tunelamento controlado por luz, a matéria manipulada pode ser considerada como estando em dois lugares ao mesmo tempo, essas novas partículas eletrônicas poderão ser usadas para transferir informações da física em escala atômica para a física em escala humana - em outras palavras, tornar a mecânica quântica visível a olho nu.
Peter Cristofolini.

Bibliografia:

Coupling Quantum Tunneling with Cavity Photons Controlling quantum tunnelling with light
Peter Cristofolini, Gabriel Christmann, Simeon I. Tsintzos, George Deligeorgis, George Konstantinidis, Zacharias Hatzopoulos, Pavlos G. Savvidis, Jeremy J. Baumberg
Science
Vol.: Published Online
DOI: 10.1126/science.1219010

CIÊNCIA-ASTROFÍSICA - Luz Negra

"Luz escura" é transmitida por colar de nanopartículas


Inovação Tecnológica Hoje - 13/02/2012

À esquerda, imagem da estrutura plasmônica, uma linha de 15 micrômetros de comprimento feita com nanopartículas de ouro. À direita, uma imagem de fluorescência depois da energização do mesmo canal plasmônico por um laser.[Imagem: Link Lab/Rice University]

O MIT esta fazendo o mesmo com as nanopartículas da matéria invisível do ser humano, chamada corpo astral,  quando a pessoa dormem. 
Canais de luz
Canais metálicos microscópios são capazes de transmitir energia eletromagnética que começa como luz, mas se propaga por meio de "plásmons escuros".
Essa transferência de energia de alta eficiência pode ser usada no interior de chips, em componentes optoeletrônicos, capazes de fazer a interface entre o processamento e a transmissão óptica de dados.
Com a nova técnica, a luz pode ser guiada por caminhos complexos, alcançando pontos específicos, sem impor restrições ao projeto do restante do circuito, porque os canais podem ter qualquer formato.
Stephan Link e seus colegas da Universidade Rice, nos Estados Unidos, demonstraram que o papel hoje desempenhado por componentes chamados guias de onda pode ser executado com vantagens por canais construídos com nanopartículas de apenas 150 nanômetros de diâmetro.
Os pesquisadores usam o termo canal no sentido de um meio de transmissão, e não de um espaço vazado ou de um conduíte oco - na verdade as nanopartículas são postas umas ao lado das outras, como as contas de um colar.
Luz escura
As linhas de nanopartículas conseguem transmitir um sinal ao longo de muitos micrômetros, o que é uma enorme distância para as dimensões internas dos chips.
Não se trata de uma transmissão comum de luz, como a que acontece em uma fibra óptica - na verdade, os canais são muito menores do que o comprimento de onda da luz que eles transmitem.
O que se move não são os fótons de luz, mas os plásmons de superfície, o elemento fundamental da chamada plasmônica, um campo emergente de pesquisa que promete nada menos do que a computação à velocidade da luz.
Plásmons são ondas de elétrons que oscilam na superfície de um metal, como a água de uma vasilha quando você bate em sua borda - o movimento dos plásmons é induzido pela energia da luz que incide sobre o metal.
O distúrbio causado pela luz movimenta os plásmons, cuja oscilação é repassada para a partícula adjacente, e assim por diante, levando a "informação" óptica por distâncias relativamente grandes - até 15 micrômetros.

Essa transferência de energia de alta eficiência pode ser usada no interior de chips, em componentes optoeletrônicos. [Imagem: Solis et al./Nano Letters]

A diferença em relação a outras técnicas usadas na plasmônica é que, entre as esferas, o que se propaga são os chamados plásmons escuros, plásmons que não têm um momento dipolo.
"Mas esses modos não são totalmente escuros, especialmente na presença de desordem," explica Link. "Mesmo para os modos sub-radiantes, há uma pequena oscilação."

Como a emissão associada com o movimento dos plásmons escuros é muito pequena, a propagação pode se sustentar por longas distâncias, graças a uma perda muito menor.
Os resultados são melhores do que os obtidos com nanofios de ouro, que, graças aos plásmons de superfície, literalmente transportam a luz pelo lado de fora.

Os cientistas do MIT, agora acreditam que o corpo energetico usa boa parte do liguido do corpo humano, e quando as pessoas dormem esse liguido é transformado em um tipo de plasma ainda não conhecido.

O processo seria mais ou menos assim: quando a pessoa dorme geralmente transpira muito e o vapor dessa transpiração fica preso em seu contorno, como se fosse um aquario de vidro, os cientistas brasileiros, que trabalhão nesse projeto afirmam que existe uma gravidade em Loop que laça o corpo quando este é formado nesse vapor, e são fotografados em Infravermelho, o mesmo processo usado pelo Satélite ESO, que esta mostrando coisas nunca vistas pelos astrônomos, em Infravermelho  e coisas nunca vistas pelos cientistas do MIT.

FONTE: Jurandir Ferrari - Astrofísico MIT - USP


CIÊNCIA - ASTROFÍSICA - Luz Torcida a Velocidade de 2,5 Terabits de Dados por Segundo


Luz torcida transporta 2,5 terabits de dados por segundo

Inovação Tecnológica – Ciência Hoje. - 26/06/2012

Cada feixe se torna um fluxo de dados independente dentro do canal principal, de forma similar às diferentes estações que um rádio consegue captar.[Imagem: Wang et al./Nature Photonics]
Torcendo os dados
Feixes de luz torcida são capazes de transmitir 85.000 vezes mais dados por segundo do que um cabo de banda larga.
Uma equipe internacional de cientistas demonstrou que o truque óptico inusitado - torcer o feixe de luz - permite alcançar velocidades de até 2,56 terabits por segundo.
Isso equivale a transferir o conteúdo completo de 66 DVDs em 1 segundo.
Luz torcida
A primeira forma prática de torcer um feixe de luz de forma controlada, criando a luz torcida, surgiu em 2006.
Em 2010 veio a luz super torcida, usada para criar, um ano depois, um transístor óptico.
Há poucos dias, uma equipe tirou proveito do efeito para criar hélices de escuridão, permitindo contornar os inconvenientes do comprimento de onda da luz, muito grande para lidar com objetos em escala atômica.

Luz multicanal
Agora, Jian Wang, trabalhando na Universidade do Sul da Califórnia, nos Estados Unidos, usou "hologramas de fase" para manipular oito feixes de luz, fazendo-os propagar-se como se fossem hélices de DNA.
Cada um dos feixes tem sua própria torção, o que permite codificar bits de dados em cada um deles - imagine diferentes parafusos, cada um com um número diferentes de "voltas" na rosca.
Os feixes foram divididos em dois grupos de 4, cada um deles com um momento angular orbital diferente.
Os dois grupos foram filtrados para assumirem polarizações diferentes, e combinados em um único feixe de luz para transmissão, quatro no centro e quatro em volta.
Assim, cada feixe se torna um fluxo de dados independente dentro do canal principal, de forma similar às diferentes estações que um rádio consegue captar.
No receptor, o processo é desfeito, desmontando-se o feixe principal em suas diversas hélices de luz constituintes, quando então se pode ler os dados.
"Nós não inventamos a luz torcida, mas nós pegamos o conceito e o levamos para a faixa dos terabits por segundo," disse o Dr. Alan Willner, coordenador do experimento, acrescentando que uma das belezas da óptica é que "você consegue fazer coisas com a luz que você não consegue fazer com a eletricidade".

Devido ao delicado processo de montagem do feixe de luz principal, composto por oito feixes individuais, a atmosfera pode ser um problema, gerando interferências que poderão gerar perda de dados. [Imagem: Wang et al./Nature Photonics]


Inconveniências atmosféricas
Os pesquisadores transmitiram os dados em espaço aberto, segundo eles, na tentativa de simular o que poderá acontecer com o uso desse mecanismo para comunicações via satélite - na verdade, as fibras ópticas distorcem a luz torcida.
Segundo a equipe, o experimento lança as bases para a construção de links de satélites de velocidades extremamente altas, além de links diretos em terra.
Contudo, devido ao delicado processo de montagem do feixe de luz principal, composto por oito feixes individuais, a atmosfera pode ser um problema, gerando interferências que poderão gerar perda de dados.
Embora não tenha ainda feitos testes práticos quanto a isso, o professor Willner arrisca uma distância de 1 km como alcance prático para a velocidade obtida nesse experimento.
Distâncias maiores estarão sujeitas a perdas, que equivalerão a uma redução na velocidade de transmissão. Links entre satélites no espaço não estarão sujeitos a essas limitações de velocidade.
A grande expectativa é que alguém consiga compatibilizar as fibras ópticas com a luz torcida, disponibilizando esse autêntico "teletransporte de dados" - 66 DVDs em 1 segundo - para uso prático.
Corpo Energético

O professor J. Ferrari da Universidade de São Paulo Brasil, ao estudar a luz com pontos luminosos em fotos feitas pelo MIT, afirmou que a luz alem de torcer o feixe principal é elástica e pode se propagar para fora de sua origem, no caso aqui o corpo energético das pessoas mesmo estando em estado normal físico.

Por isso as pessoas sentem um arrepio ao cruzar com outra. Isso porque o corpo energético é constituído de pontos luminosos. “N” vezes em cada milímetro quadrado. O nosso cérebro é um link natural, manipula a luz como nós manipulamos dados gravados em DVDs. Se um DVD aceita a fibra ou fio gravado nele o fio que liga o corpo físico ao corpo energético ele pode transmitir dados na velocidade da luz, muito mais que “N” vezes de informações.
Isso equivale a transferir o conteúdo completo de 66 DVDs em 1 segundo.  Afirma ele.


Bibliografia:

Terabit free-space data transmission employing orbital angular momentum multiplexing
Jian Wang, Jeng-Yuan Yang, Irfan M. Fazal, Nisar Ahmed, Yan Yan, Hao Huang, Yongxiong Ren, Yang Yue, Samuel Dolinar, Moshe Tur, Alan E. Willner, J. Ferrari.
Nature Photonics
Vol.: Published online
DOI: 10.1038/nphoton.2012.138

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

TRANSGÊNICOS - A Verdade Atrás do Mito


TRANSGÊNICOS - A Verdade Atrás do Mito

O que são Organismos Transgênicos?
  • Ao processo de transferência de genes entre espécies muito diferentes, deu-se o nome de transgenia.

O rganismos geneticamente modificados (OGMs ou transgênicos) são organismos produzidos por meio da transferência de genes de um ser vivo para outro, geralmente de espécies diferentes.

Por exemplo, um peixe que recebe características de porco ou a soja que recebe genes de vírus, bactérias ou outros organismos. Quando organismos são geneticamente modificados, um pacote de genes é introduzido, incluindo uma seqüência promotora para ativar o “gene de interesse” (que faz uma planta produzir uma proteína tóxica a insetos ou ser tolerante a um herbicida, por exemplo) e o DNA da seqüência terminal, que indica onde é o fim do pacote genético. 

Um marcador pode ser incluído porque o processo de engenharia genética é muito ineficiente e somente uma pequena porção de células incorpora o pacote inserido. Todas essas características podem vir de qualquer espécie. Os genes mais usados são os de bactérias e vírus.

TRANSGENIA - A transgenia, chamada também de técnica do DNA recombinante ou engenharia genética, teve origem em 1972, na observação da bactéria Agrobacterium tumefasciens. Essa bactéria, presente no solo, causa uma doença em plantas chamada galha de coroa.

A bactéria insere parte de seus genes nas células da planta modificando o genoma dessas células, passando a produzir um tumor que alimenta a bactéria. A transgenia pode modificar qualquer ser vivo, de vírus e plantas ao próprio ser humano. E novas espécies podem ser cria das em laboratório. A manipulação da vida criou possibilidades fascinantes e assustadoras, com riscos elevados para o meio ambiente e o ser humano.
.
Melhoramento é Modificação?

  • O melhoramento genético, técnica milenar, não deve ser confundido com a modificação genética que cria os transgênicos.

M elhoramento genético é a técnica usada pelos agricultores, há vários séculos, de selecionar plantas e animais resistentes a doenças, tolerantes a diferentes condições ambientais, mais nutritivos e produtivos, e com características de interesse comercial.

 Quando o ser humano seleciona animais reprodutores e sementes dentro de uma população para forçar o predomínio de características de interesse econômico, como produtividade, rusticidade, cor e sabor, está fazendo o melhoramento genético, uma técnica que vem modificando a aparência e composição dos alimentos ao longo dos milênios.

ORIGENS DA TÉCNICA A lei da genética que permite a compreensão dessa tecnologia intuitiva foi escrita pela primeira vez em 1865 pelo austríaco Gregor Mendel, que observou os resultados do cruzamento sexual em ervilhas.

Mendel elaborou importantes leis da genética que definiram as características das células sexuais dos indivíduos e da transferência de genes, revolucionando a biologia e traçando as bases atuais da genética. - Gregor Johann Mendel

MELHORAMENTO GENÉTICO

• Combinação de genes da mesma espécie
• Seleção de indivíduos dentro da mesma espécie
• O cruzamento sexual permite a troca de características
• Mutações naturais ou induzidas alteram poucos pares de bases

X

MODIFICAÇÃO GENÉTICA

• Centenas de pares de bases (menor unidade do código genético) são alterados
• Alterações imprevisíveis de processos bioquímicos
• Inserção de genes exógenos (de outras espécies)
• Alterações que nunca aconteceriam na natureza, rompimento da barreira sexual
.

Notas - No Brasil a definição de transgênicos e sua regulamentação foi feita pela lei federal 8.974 de janeiro de 1995, substituída em março de 2005 pela lei 11.105, também conhecida como Lei de Biossegurança
A primeira modificação de um código genético por meio da transgenia aconteceu em 1973. A primeira planta transgênica - o tomate Flavr Savr - foi liberada comercialmente em 1994, mas foi retirada do mercado em menos de um ano.

.
www.greenpeace.org.br


SAÚDE - Aditivos Químicos Alimentares e seus Possíveis Efeitos




Estou repostando esse post pois, via hitstats (o contador que me fornece uma análise sobre os visiantes do blog) percebi que muitos chegam aqui após digitarem no google: códigos de corantes ou o nome de outros aditivos alimentares. 

O interessante é que a maior parte do pessoal que busca sobre o tema são portugueses. Vejo que por lá a população está mais consciente de que alergias, hiperatividade e outras patologias podem ser ocasionadas por tais aditivos. Baseado nisso achei válido repostar. Vale a pena ler.

Fiz uma busca na internet, a fim de encontrar a tabela com códigos dos corantes. A lista é grande e por fim encontrei a legislação do Brasil. 

Nosso país tem uma lista pequena de corantes permitidos, porém os nossos permitidos são expressamente proibidos em diversos países. Vejamos...

Regulação do uso de aditivos alimentares

  • A segurança no uso de corantes alimentares é testada em diversos órgãos ao redor do mundo e às vezes diferentes órgãos possuem diferentes pontos de vista sobre a segurança destes produtos. 

Nos Estados Unidos, são emitidos pela FFDCA (Federal Food, Drug, and Cosmetic Act) números aos corantes alimentares sintéticos aprovados e que não existem naturalmente.

Já na União Européia, a letra E (seguida de um número ), é utilizado para todos os aditivos aprovados para aplicação em alimentos. Nesse sistema de classificação, os corantes compreendem a faixa E100 até E199. 

Quase todos os outros países têm suas próprias regulamentações e listas de corantes alimentares que podem ser empregados, incluindo quais os limites máximos diários de ingestão de cada substância.

No Brasil os corantes permitidos são:

1) Tartrazina - E102 ou C.I. 19140

É corante amarelo-alaranjado de bebidas, pudins, molhos e doces em geral. 

  • Pode provocar: reações alérgicas como asma, bronquite, rinite, náusea, broncoespasmo, urticária, eczema, dor de cabeça, eosinofilia e inibição da agregação plaquetária à semelhança dos salicilatos. Insônia em crianças associada à falta de concentração e impulsividade. Reação alérgica cruzada com salicilatos (ácido acetilsalicílico), hipercinesia em pacientes hiperativos. Pode provocar hiperatividade em crianças quando associado ao benzoato de sódio. No Brasil, nos EUA e na Inglaterra seu uso deve ser indicado nos rótulos.

2) Verde Rápido - E142

3) Amarelo Crepúsculo - E110, Amarelo 6 ou C.I. 15985. 
  • Pode provocar reações anafilactóides, angioedema, choque anafilático, vasculite e púrpura. 
  • Reação cruzada com paracetamol, ácido acetilsalicílico, benzoato de sódio (conservante) e outros corantes azóicos como a tartrazina. 
  • Pode provocar hiperatividade em crianças quando associado ao benzoato de sódio. 
  • Banido na Áustria, Finlândia e Noruega. Devido a questão do possível efeito de desencadeamento de hiperatividade em crianças, o Reino Unido está estudando baní-lo, além dos seguintes: tartrazina (E102), ponceau 4R (E124), azorrubina (E122), vermelho 40 (E129) e o amarelo quinolina (E104).

4) Azul Patente V - E131

Corante azul-violeta usado em confeitaria: 

  • produz hiperatividade infantil, crises de asma, reações alérgicas similares à aspirina e outras intolerâncias.

5) Amaranto - E123, Vermelho 2, Vermelho Ácido 27 ou C.I. 16185

  • Foi banido nos EUA em 76 por suspeitas de ser carcinogênico, mas ainda é utilizado em nosso país.

6) Azorrubina - E122

  • Corante púrpura-avermelhado usado em bebidas de framboesa e confeitaria: produz as mesmas reações da tartrazina.

7) Ponceau 4R - C.I. 16255 ou Vermelho Cochineal A, C.I. Vermelho Ácido 18, Escarlate Brilhante 4R ou E124. 

  • Corante vermelho usado em produtos à base de morango, balas, pudins e bolos. 
  • Está relacionado à anemia e doenças renais, associado à falta de concentração e impulsividade e pode provocar hiperatividade em crianças quando associado ao benzoato de sódio. Banido nos EUA e na Finlândia.

8) Vermelho 40 - Conhecido também como Vermelho Allura, Vermelho Alimentício 17, C.I. 16035 ou E129. 

  • Pode provocar hiperatividade em crianças quando associado ao benzoato de sódio. Banido na Alemanha, Áustria, França, Bélgica, Dinamarca, Suécia e Suíça.

9) Eritrosina - E127, conhecida também pelo nome de Vermelho número 3.

  • É um corante de cor vermelho-cereja. Suspeito de causar câncer de tireóide em ratos. Banido nos EUA e na Noruega.

10) Azul Indignotina - Também conhecido por Azul número 2 ou E132. 

  • É o mesmo corante conhecido por Indigo Blue (o mesmo do Sr. Baeyer, aquela das calças jeans). 

11) Azul Brilhante - Também conhecido pelo nome de Azul número 1, Azul Ácido 9 ou E133. 

  • Ele pode ser combinado com a tartrazina a fim de produzir uma gama variada de verdes, já que a maioria dos corantes verdes artificiais é tóxica para consumo humano. 
  • Pode provocar: Irritações cutâneas e constrição brônquica, quando associado a outros corantes. Banido na Alemanha, Áustria, França, Bélgica, Noruega, Suécia e Suíça.

Corantes alimentares naturais

O
corante caramelo (E150) é encontrado nos produtos à base de extrato de noz-de-cola. É produto da caramelização do açúcar.

O
colorau é um pó laranja-avermelhado extraído da semente do urucuzeiro, uma árvore natural de países da América tropical, como o Brasil. 

A
chlorella é verde, e deriva das algas. 

O
carmim é um corante derivado da cochonilha, um inseto popularmente conhecido como pulgão.

O
suco de beterraba, a cúrcuma, o açafrão e as plantas do gênero Capsicum são também utilizados como corantes.

O
dióxido de titânio (E171), um pó que produz coloração branca nos alimentos, é encontrado naturalmente em minerais.

Problemas de saúde

A Noruega baniu todos os produtos contendo creosoto mineral e derivados em 1978. Uma nova legislação revogou esse banimento em 2001, depois de regulamentação da União Européia. Similarmente, muitos corantes aprovados pela FFDCA foram banidos da UE.

Guia do Consumidor

Os aditivos se dividem da seguinte maneira:

Códigos das CLASSES dos corantes (INS - Sistema internacional de Numeração)

Corantes naturais C.I (Corante de Urucum, Carmin de Cochonilha, Corante de Cúrcuma, Corante de Clorofila, Corante de Páprica, Corante de Beterraba, Corantes de Antocianina)
Corantes artificiais C.II
Corantes sintéticos idênticos aos naturais C.III
Corantes inorgânicos C.IV
Corantes caramelo C.IV

Código dos corantes de 100-199
100-109 – amarelos
110-119 – laranjas
120-129 – vermelhos
130-139 – azuis e violetas
140-149 – verdes
150-159 – castanhos e pretos
160-199 – outras

Código dos Conservantes de 200-299
200-209 – sorbatos
210-219 – benzoatos
220-229 – sulfitos
230-239 – fenóis e formatos (metanoatos)
240-259 – nitratos
260-269 – acetatos (etanoatos)
270-279 – lactatos
280-289 – propionatos (propanoatos)
290-299 – outros

Código de Antioxidantes e Reguladores de acidez de 300-399
300-309 – ascorbatos (vitamina C)
310-319 – galatos e eritorbatos
320-329 – lactatos
330-339 – citratos e tartaratos
340-349 – fosfatos
350-359 – malatos e adipatos
360-369 – succinatos e fumaratos
370-399 – outros

Código de Espessantes, estabilizadores gelificantes e emulsionantes de 400-499
400-409 – alginatos
410-419 – gomas naturais
420-429 – outros agentes naturais
430-439 – compostos de polioxietileno
440-449 – emulsionantes naturais
450-459 – fosfatos
460-469 – compostos de celulose
470-489 – compostos de ácidos gordoss e seus compostos
490-499 – outros

Código de Reguladores de pH e antiaglomerantes de 500-599
500-509 – ácidos e bases minerais
510-519 – cloretos e sulfatos
520-529 – sulfatos e hidróxidos
530-549 – compostos de metais alcalinos
550-559 – silicatos
570-579 – estearatos e gluconatos
580-599 – outros

Código de Intensificadores de sabor de 600-699
620-629 – glutamatos
630-639 – inosinatos
640-649 – outros

Código de vários outros aditivos de 900-999
900-909 – ceras
910-919 – agentes de revestimento e brilho sintéticos
920-929 – melhorantes
930-949 – gases de embalagem
950-969 – Edulcorantes
990-999 – Agentes de espuma

Químicos adicionais de 1100-1599.
São os produtos químicos recentes que não se encaixam no sistema de classificação existente


GUIA DE CÓDIGOS pelo SISTEMA E

Corantes
E100 Curcumina
E101 Riboflavina (OGM?)
E101a Riboflavina-5'-fosfato (OGM?)
E102 Tartrazina (PRA)
E104 Amarelo quinoleína (PRA)
E110 Amarelo sol FCF (PRA)
E120 Cochonilha, Ácido carmínico e carminas (PRA) (OA)
E122 Carmosina, Azorubina (PRA)
E123 Amaranto (PRA)
E124 Ponceau 4R, Vermelho cochonilha A (PRA)
E127 Eritrosina (PRA)
E128 Vermelho 2G (PRA)
E129 Vermelho AC (PRA)
E131 Azul patenteado V (PRA)
E132 Indigotina (PRA)
E133 Azul brilhante FCF (PRA)
E140 Clorofilas e clorofilinas
E141 Complexos cúpricos de clorofila
E142 Verde S (PRA)
E150a Caramelo
E150b Caramelo sulfítico cáustico (OGM?)
E150c Caramelo de amónia (OGM?)
E150d Caramelo sulfítico de amónia (OGM?)
E151 Negro PN, Negro brilhante (PRA)
E153 Carvão vegetal (OGM?) (OA ?)
E154 Castanho FK (PRA)
E155 Castanho HT (PRA)
E160a α-Caroteno, β-caroteno, γ-caroteno
E160b Anato, bixina, norbixina (PRA)
E160c Extracto de pimentão, capsantina e capsorubina
E160d Licopeno (OGM?)
E160e β-apo-8'-carotenal (C 30)
E160f Éster etílico de ácido β-apo-8'-caroténico (C 30)
E161b Luteína
E161g Cantaxantina (OA?)
E162 Vermelho de beterraba
E163 Antocianina
E170 Carbonato de cálcio, calcário
E171 Dióxido de titânio
E172 Óxidos e hidróxidos de ferro
E173 Alumínio
E174 Prata
E175 Ouro
E180 Litolrubina BK



Conservantes

E200 Ácido sórbico
E202 Sorbato de potássio
E203 Sorbato de cálcio
E210 Ácido benzóico (PRA)
E211 Benzoato de sódio (PRA)
E212 Benzoato de potássio (PRA)
E213 Benzoato de cálcio (PRA)
E214 p-hidroxibenzoato de etilo (PRA)
E215 Sal de sódio de p-hidroxibenzoato de etilo (PRA)
E216 p-hidroxibenzoato de propilo (PRA)
E217 Sal de sódio de p-hidroxibenzoato de propilo (PRA)
E218 p-hidroxibenzoato de metilo (PRA)
E219 Sal de sódio de p-hidroxibenzoato de metilo (PRA)
E220 Dióxido de enxofre (PRA)
E221 Sulfito de sódio (PRA)
E222 Bissulfito de sódio (PRA)
E223 Metabissulfito de sódio (PRA)
E224 Metabissulfito de potássio (PRA)
E226 Sulfito de cálcio (PRA)
E227 Bissulfito de cálcio (PRA)
E228 Bissulfito de potássio (PRA)
E230 Bifenilo, difenilo
E231 Ortofenilfenol
E232 Ortofenilfenato de sódio
E234 Nisina
E235 Natamicina, Pimaracina
E239 Hexametilenotetramina
E242 Dicarbonato dimetílico
E249 Nitrito de potássio
E250 Nitrito de sódio
E251 Nitrato de sódio
E252 Nitrato de potássio (OA?)
E260 Ácido acético
E261 Acetato de potássio
E262 Acetato de sódio
E263 Acetato de cálcio
E280 Ácido propiónico
E281 Propionato de sódio
E282 Propionato de cálcio (PRA)
E283 Propionato de potássio
E284 Ácido bórico
E285 Tetraborato de sódio ou Borax
E296 Ácido málico
E1105 Lisozima


Antioxidantes

E300 Ácido ascórbico (Vitamina C)
E301 Ascorbato de sódio
E302 Ascorbato de cálcio
E304 Ésteres de ácidos gordos do ácido ascórbico a) palmitato de ascorbilo e b) estearato de ascorbilo
E306 Extractos naturais ricos em tocoferóis (OGM?)
E307 α-tocoferol (sintético) (OGM?)
E308 γ-tocoferol (sintético) (OGM?)
E309 δ-tocoferol (sintético) (OGM?)
E310 Galato de propilo (PRA)
E311 Galato de octilo (PRA)
E312 Galato de dodecilo (PRA)
E315 Ácido eritórbico
E316 Eritorbato de sódio
E320 Butil-hidroxianisolo ou (BHA)
E321 Butil-hidroxitolueno ou (BHT) (PRA)


Emulsionantes, estabilizadores, espessantes e gelificantes

E322 Lecitinas (emulsionante)
E330 Ácido cítrico
E400 Ácido algínico (espessante, emulsionante, estabilizador, gelificante)
E401 Alginato de sódio (espessante, emulsionante, estabilizador, gelificante)
E402 Alginato de potássio (espessante, emulsionante, estabilizador, gelificante)
E403 Alginato de amónio (espessante, emulsionante, estabilizador)
E404 Alginato de cálcio (espessante, emulsionante, estabilizador, gelificante)
E405 Alginato de propilenoglicol) (espessante, emulsionante, estabilizador)
E406 Ágar-ágar (espessante, estabilizador, gelificante)
E407 Carragenina (espessante, emulsionante, estabilizador, gelificante) (PRA)
E407a Algas Eucheuma transformadas (espessante, emulsionante, estabilizador, gelificante)
E410 Farinha de semente de alfarroba (espessante, emulsionante, estabilizador, gelificante)
E412 Goma de guar (espessante, estabilizador)
E413 Goma adragante (espessante) (estabilizador, emulsionante) (PRA)
E414 Goma arábica (espessante) (estabilizador, emulsionante) (PRA)
E415 Goma xantana (espessante) (estabilizador) (OGM?)
E416 Goma karaya (espessante) (estabilizador, emulsionante) (PRA)
E417 Goma de tara (espessante) (estabilizador)
E418 Goma gelana (espessante) (estabilizador, emulsionante)
E432 Polissorbato 20 (emulsionante) (OA?)
E433 Polissorbato 80 (emulsionante) (OA?)
E434 Polissorbato 40 (emulsionante) (OA?)
E435 Polissorbato 60 (emulsionante) (OA?)
E436 Polissorbato 65 (emulsionante) (OA?)
E440 Pectina e pectina amidada (emulsionante)
E442 Fosfatidato de amónio
E444 Ésteres acético e isobutírico da sacarose (emulsionante)
E445 Ésteres de glicerol da colofónia (emulsionante)
E450 Difosfatos: (i) Difosfato dissódico (ii) Difosfato trissódico (iii) Difosfato tetrassódico (iv) Difosfato dipotássico (v) Difosfato tetrapotássico (vi) Difosfato dicálcico (vii) Hidrogenodifosfato de cálcio (emulsionante)
E451 Trifosfatos: (i) Trifosfato pentassódico (ii) Trifosfato pentapotássico (emulsionante)
E452 Polifosfatos: (i) Polifosfatos de sódio (ii) Polifosfatos de potássio (iii) Polifosfatos de sódio e cálcio (iv) Polifosfatos de cálcio (emulsionante)
E460 Celulose (i) Celulose microcristallina (ii) celulose em pó (emulsionante)
E461 Metilcelulose (emulsionante)
E463 Hidroxipropilcelulose (emulsionante)
E464 Hidroxipropil-metilcelulose (emulsionante)
E465 Etilmetilcelulose (emulsionante)
E466 Carboximetilcelulose, carboximetilcelulose sódica (emulsionante)
E468 Carboximetilcelulose sódica reticulada (emulsionante)
E469 Carboximetilcelulose hidrolisada enzimaticamente (emulsionante)
E470a Sais de cálcio, potássio e sódio de ácidos gordos (emulsionante, anti-aglomerante) (OA?)
E470b Sais de magnésio de ácidos gordos (emulsionante, anti-aglomerante) (OA?)
E471 Mono e diglicéridos de ácidos gordos (emulsionante) (OGM?) (OA?)
E472a Ésteres acéticos de mono e diglicéridos de ácidos gordos (emulsionante) (OGM?) (OA?)
E472b Ésteres lácticos de mono e diglicéridos de ácidos gordos (emulsionante) (OA?)
E472c Ésteres cítricos de mono e diglicéridos de ácidos gordos (emulsionante) (OA?)
E472d Ésteres tartáricos de mono e diglicéridos de ácidos gordos (emulsionante) (OA?)
E472e Ésteres monoacetiltartáricos e diacetiltartáricos de mono e diglicéridos de ácidos gordos (emulsionante) (OA?)
E472f Ésteres mistos acéticos e tartáricos de mono e diglicéridos de ácidos gordos (emulsionante) (OA?)
E473 Ésteres de sacarose de ácidos gordos (emulsionante) (OGM?) (OA?)
E474 Sacaridoglicéridos (emulsionante) (OA?)
E475 Ésteres de poliglicerol de ácidos gordos (emulsionante) (OGM?) (OA?)
E476 Polirricinoleato de poliglicerol (emulsionante) (OGM?) (OA?)
E477 Ésteres de propilenoglicol de ácidos gordos (emulsionante) (OGM?) (OA?)
E481 Estearilo-2-lactilato de sódio (emulsionante) (OA?)
E482 Estearilo-2-lactilato de cálcio (emulsionante) (OA?)
E483 Tartarato de estearilo (emulsionante) (OA?)
E491 Monoestearato de sorbitano (emulsionante) (OGM?) (OA?)
E492 Triestearato de sorbitano (emulsionante) (OA?)
E493 Monolaurato de sorbitano (emulsionante) (OA?)
E494 Mono-oleato de sorbitano (emulsionante) (OA?)
E495 Monopalmitato de sorbitano (emulsionante) (OA?)
E620 glutamatos.
E640 glutamatos.
E1103 Invertase


Edulcorantes (adoçantes)

E420 Sorbitol
E421 Manitol
E950 Acesulfame-K
E951 Aspartame
E952 Ácido ciclâmico e seus sais de sódio e cálcio
E953 Isomalte
E954 Sacarina e seus sais de sódio, potássio e cálcio
E957 Taumatina
E959 Neo-hesperidina di-hidrochalcona
E965 Maltitol
E966 Lactitol (OA)
E967 Xilitol
E999 Extracto de quilaia




http://www.ecologiamedica.net/2010/11/aditivos-alimentares.html



SAÚDE - ALIMENTAÇÃO - CONSERVANTE - Sorbato de Potássio


CONSERVANTE - SORBATO DE POTÁSSIO




Introdução

O Sorbato de Potássio é o sal de potássio do ácido sórbico, amplamente utilizado na alimentação como conservante. O ácido sórbico se encontra em forma natural em alguns frutos. Geralmente na indústria alimentar utiliza-se o Sorbato de Potássio, pois é mais solúvel em água que o ácido Sórbico. 


Função

É um conservante fungicida e bactericida .



Usos

O Sorbato é utilizado para a conservação de massas para pastéis, massas, pizzas pré-assadas, pizzas congeladas, molho de tomate, margarina, queijos para espalhar, recheios, iogurte, vinhos, etc. 
Este composto não deve utilizar-se em produtos cuja elaboração inclui a fermentação, pois inibe a ação do fermento. 
Se fossem utilizadas combinações de Sorbato de potássio com outros conservantes não se devem introduzir íons cálcio, pois se produz uma precipitação. Portanto nas combinações com Sorbato de potássio deve utilizar-se Propionato de Sódio, e não de Cálcio, pra uma ótima ação sinérgica. 



Modo de Uso 

O Sorbato de Potássio pode incorporar-se diretamente aos produtos durante sua preparação ou mediante tratamento de superfícies (pulverização ou submersão). 



Níveis de Uso 

Utiliza-se geralmente 0,5 - 2 gr. de Sorbato de Potássio por Kg. de produto. No caso de utilizar-se uma solução de Sorbato de Potássio ao 50% utilizam-se 1 - 4 cm3 por litro de molho de tomate. 



Rotulagem
Este produto preenche todos os requisitos do Código Alimentar Argentino, normas do U.S. Code of Federal regulation (FDA: Food and Drug Administration) e lista positiva de aditivos E da Comunidade Econômica Européia (CEE) sob o número E 202.



Embalagem
Caixas de 25 Kg.
Sacos de 1 e 5 Kg. 
Vasilhas de 1 e 5 litros (Solução ao 50%)

http://www.ransa.com/portu/conservantes/sorbatopot.htm